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Fonte: O Estado de São Paulo

SÃO PAULO - A Femsa Cerveja Brasil está lançando esta semana a embalagem de 1 litro para a Kaiser. A comercialização da nova garrafa começou hoje em algumas cidades do Sul e Sudeste do País. Com o lançamento, a Femsa pretende oferecer uma nova opção de consumo às tradicionais garrafas de cerveja de 600 mililitros.

A AmBev foi a primeira empresa a apresentar a garrafa de 1 litro ao mercado, com uso exclusivo do vasilhame. No ano passado, após o bem-sucedido modelo do “litrão”, a Associação Brasileira de Bebidas (Abrabe) colocou à disposição dos fabricantes de cervejas (associados ou não à entidade) um novo modelo de garrafa de um litro, na cor âmbar, sem qualquer assinatura de marca em alto relevo.

O modelo, batizado pela entidade de “garrafa livre”, foi criado para ser utilizado no sistema retornável, possibilitando que outros fabricantes, como a Femsa, também proporcionassem ao mercado garrafas de 1 litro. Na ocasião, a AmBev reagiu ao lançamento, declarando que os concorrentes “pegam carona” em suas inovações.

A pedido da Abrabe, a Secretaria de Defesa Econômica (SDE) abriu processo administrativo para investigar o “litrão” da AmBev. A principal preocupação do órgão ao apurar o possível abuso de posição dominante da AmBev refere-se ao potencial aumento de custos para os concorrentes na implementação de vasilhames semelhantes no mercado. Para a AmBev, o fato de já existirem garrafas de 1 litro de uso comum no mercado anularia esse risco.

Fonte:  IPCdigital.com

Caso acontecesse, a união das duas empresas criaria o quinto maior grupo de alimentação do mundo

As empresas Kirin e Suntory anunciaram na segunda-feira (8) o fim das conversações para a fusão que aconteceria em 2011. Caso acontecesse, a união das duas empresas criaria o quinto maior grupo de alimentação do mundo.

Segundo a agência Kyodo, a negociação teria parado no intercâmbio de ações entre as duas companhias.

“A Kirin chegou a conclusão de que a fusão não cumpriria com o objetivo de colocar o grupo na liderança mundial”, disse a companhia em um comunicado.
A Kirin é a maior produtora de cerveja do Japão, seguida pela Asahi e Suntory.

Segundo fontes ligadas a Suntory, a família que é proprietária de mais de 90% das ações da companhia insistiu em manter o controle de cerca de 33,3% do grupo que resultaria da fusão, o que lhe daria capacidade de veto.

As duas empresas haviam iniciado os trâmites para comprovar se a fusão violaria a lei antimonopólio, já que a Kirin e a Suntory juntas dominariam mais da metade do mercado de cerveja e 30% do mercado de refrigerantes.

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Novo rótulo, a mesma qualidade.

Vinho elaborado em safras esplêndidas, este gran reserva teve suas uvas colhidas no mês de Março de 2007, após rigorosa escolha dos melhores cachos da vinha.

Feita a vinificação, ele amadurece em barris de carvalho, envelhecendo posteriormente na garrafa.

Coloração vermelho rubi, mostrando a exuberância dos aromas de frutos vermelhos maduros, acompanhados pela complementação do sabor de baunilha proveniente do repouso em carvalho.

Encorpado de com final persistente, este vinho é a personificação do patriarca da vinícola Dom Cândido, o Sr. Cândido Valduga.

Excelente acompanhamento para comidas com temperos fortes, queijos de médio a forte gosto além de caças e frios defumados.

Acesse aqui: Vinho Dom Cândido Gran Reserva Cabernet Sauvignon Safra 2007 750ml (R$ 74,20)

Com a transferência da fábrica de Porto Alegre para a cidade de Santa Maria, as cervejas especiais da Microcervejaria Dado Bier estiveram ausentes em nossas prateleiras.

Agora, os primeiros sinais da volta destas cervejas já podem ser vistos.

Pode preparar um copo maior ou convidar seus amigos, pois as garrafas ganharam vários ml, passando dos 355ml para 600ml.

Os rótulos também foram modernizados e, no caso da Original Pilsen, tiveram suas cores alteradas.

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De concreto, neste momento temos liberadas a cerveja Dado Bier Weiss 600ml (R$ 6,00) e a cerveja Dado Bier Red Ale 600ml (R$ 6,60)

Os preços são bastante convidativos.

Fonte: Pequenas Empresas Grandes Negócios

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Com custo baixo, empresa transforma pedestres em cartazes ambulantes

A sede búlgara da cervejaria Carlsberg criou uma campanha de marketing bastante simples. Em diversas sacolas distribuídas por mercados no país, a empresa imprimiu uma imagem em três dimensões de uma caixa da cerveja Shumensko. A ilusão permite associar que a pessoa está carregando uma caixa de cerveja com facilidade e, assim, transformou os pedestres em cartazes que perambulam pelas mais diferentes regiões do país.

O anúncio foi criado pela agência publicitária Noble Graphics Creative Studio, sediada em Sofia, na Bulgária, e é exemplo de marketing de guerrilha, que são as estratégias normalmente utilizadas por pequenas empresas e que envolvem uma campanha publicitária eficiente e consideravelmente mais barata. A mobilidade é uma das características deste tipo de campanha, normalmente não utilizada por grandes empresas.

A Carlsberg é uma cervejaria dinamarquesa fundada em 1847, com matriz em Copenhagen, na Dinamarca. Ela é presente em diversos países da Europa e do mundo, inclusive no Brasil, onde licencia para a AmBev a marca Skol. É, hoje, a quarta maior cervejaria do mundo.

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Fonte: Veja Rio

No início, era pura diversão. Agora, o passatempo doméstico começa  a ganhar ares profissionais

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Não parece, mas fabricar cerveja na cozinha do apartamento é mais fácil do que se imagina. Basta ter à mão os apetrechos necessários e frequentar um curso de noções básicas. A parte complexa é conseguir, em casa, uma bebida de sabor minimamente equilibrado – o que exige um bom tempo de prática na manipulação de grãos, extratos e leveduras. Até isso acontecer, litros e litros da mistura de água, cevada e lúpulo costumam ir direto para o ralo. Com perseverança e empenho, no entanto, é possível chegar a uma fórmula que não faça má figura diante das similares vendidas nos supermercados cariocas e das marcas consagradas. Foi o que aconteceu com o analista de sistemas Sérgio Fraga. Em seu processo de aprendizado, ele acabou sendo expulso da cozinha pela mulher e teve de se contentar com um fogareiro instalado na área de serviço. Mas a persistência valeu a pena. Em parceria com um sócio, ele acaba de montar uma pequena fábrica em Vargem Grande, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, com capacidade para produzir 6 000 litros da bebida por mês. Feita de grãos de trigo, a Fraga Weiss junta seu sobrenome à variedade alemã escolhida. “Foram cinco anos até chegar lá”, diz.

Ambiciosa, a meta de Fraga é repetir a trajetória trilhada por alguns de seus pares no exterior, gente que começou a produção artesanal como passatempo e hoje ganha a vida assim. Nos Estados Unidos, a fabricação doméstica tem 20 000 adeptos, e o mais impressionante é que, juntos, eles já respondem por quase 10% do mercado americano. Por aqui, os números são bem mais modestos: teríamos 900 aficcionados, 100 deles instalados no Rio. O crescimento, porém, é constante. Apenas no ano passado, 120 pessoas frequentaram as aulas promovidas pela Associação dos Cervejeiros Artesanais (Acerva), que ministra os cursos na cidade. E pelo menos 10% declaram a intenção de levar a brincadeira a sério. “Durante anos os brasileiros só tiveram acesso ao tipo pilsen. Há uma demanda reprimida por outras variedades”, explica Leonardo Botto, diretor da entidade.

Além da natural curiosidade exercida pela bebida, a procura pelo curso pode ser explicada pelos baixos custos iniciais. Para se tornar um cervejeiro amador, o desembolso para adquirir um kit básico sai por menos de 630 reais (veja o quadro). Outro fator de atração é o processo de fabricação. Relativamente simples, a produção demora em média cerca de oito horas, incluindo aí moagem dos grãos, fervura, filtragem, resfriamento e limpeza do material utilizado. A mistura fica então guardada na geladeira por duas semanas. Concluída a primeira etapa, o líquido é acondicionado em garrafas, onde a fermentação prossegue até que o mestre-cervejeiro decida parar. Depois, basta beber – e conferir se algum dia o hobby pode se transformar em bom negócio.

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Fonte: ClickPB

A Norden, a primeira cerveja artesanal fabricada na Paraíba, será inaugurada nesta quinta-feira, dia 28 de janeiro, às 20h, na Estrada de Cabedelo, próxima à entrada da Praia do Jacaré. A cerveja chega ao mercado pessoense para atender uma fatia do mercado de cervejas especiais. O evento de inauguração, para 500 convidados, proporcionará a degustação da bebida, que é produzida seguindo a lei da pureza alemã.

“Muitos acham que todas as cervejas são iguais. Depois de experimentar Norden, o consumidor conhecerá um novo sabor e terá certeza que se trata de uma cerveja especial, única. Norden é uma cerveja artesanal puro malte, com sabor incomparável”, ressalta o empresário Morise Gusmão, proprietário da Norden.

O primeiro serviço oferecido pela marca será o Chopp Delivery. A partir da sexta-feira, dia 2901, o consumidor já poderá comprar por meio do telefone 3248 2198 e receber, em casa, a chopeira, que mantém a bebida geladinha. “Certamente, a Norden vai mudar o hábito de consumo de cerveja em João Pessoa, tanto pelo sabor como pela forma”, avalia o publicitário Lula Carvalho, da Faz Comunicação, agência responsável pela campanha publicitária e a assessoria de marketing da Norden.

O empresário Morise Gusmão relata que a motivação para construir a cervejaria veio do amor que tem pela cerveja – gosto que foi se refinando durante os anos em que morou nos Estados Unidos. “Ao voltar para João Pessoa, vi que a maioria das cervejas comercializadas no Nordeste estão voltadas para atender grandes massas. A Norden é uma cerveja para ser degustada, atrai paladares mais requintados. Esse consumidor não era atendido, constatei isso com pesquisas de mercado, inclusive”, explica.

A Norden abre suas portas com capacidade inicial para produção de 15 mil litros de cerveja por mês. Nesse primeiro momento, a distribuição tem como foco a Grande João Pessoa. Futuramente, a meta é atingir a capacidade instalada de 100 mil litros por mês para abastecer a Paraíba. Embora utilize a mesma tecnologia adotada pelas grandes cervejarias, a Norden não pretende crescer muito, de modo a evitar que se perca a característica de cerveja artesanal.

Fonte: Valor Online

SÃO PAULO - A produtora holandesa de cerveja Heineken anunciou hoje a compra da unidade de cerveja da Fomento Económico Mexicano S.A.B. (Femsa) por meio de uma transação de ações e deverá aumentar a atuação da empresa na América Latina, principalmente no Brasil. A operação é avaliada em 3,8 bilhões de euros (US$ 5,5 bilhões). Incluindo dívidas e obrigações com pensões, o valor vai a 5,3 bilhões de euros (US$ 7,6 bilhões).

“A Heineken vai adquirir a Femsa Cerveza, constituindo 100% das operações mexicanas de cerveja da Femsa (incluindo seus negócios nos EUA e outras plataformas de exportação) e os restantes 83% dos negócios de cerveja no Brasil que a Heineken ainda não possui”, informou hoje a empresa em nota.

Segundo o comunicado, a Heineken espera concluir a operação no segundo trimestre de 2010. A transação envolverá apenas ações, acordo exigido pela Femsa, segundo a holandesa.

Após a conclusão da transação, a Femsa será a segunda maior acionista no Heineken Group, com 12,5% da Heineken e 14,9% na Heineken Holding, que juntas representam 20% no grupo. A Femsa terá o direito de indicar dois representantes não executivos para o Conselho de Supervisão da Heineken e um deles será escolhido também para o Conselho de Diretores da Heineken Holding.

“Esse é uma decisão significativa para a Heineken. Ela transforma nosso futuro nas Américas e marca a próxima etapa na forte associação da Heineken com a Femsa. Por meio deste acordo, ficamos um ´player´ mais forte e mais competitivo na América Latina, um dos mercados de cerveja de crescimento mais rápido e mais lucrativo do mundo”, afirmou o executivo-chefe da empresa Jean-Francois van Boxmeer.

Pelas projeções da empresa, o acordo deve gerar para a holandesa sinergias de custo anuais de 150 milhões de euros até 2013.

(Vanessa Dezem | Valor)

Fonte: AFP

TÓQUIO — As empresas japonesas de bebidas Kirin Holdings e Suntory estão prestes a anunciar uma fusão que criaria uma gigante mundial maior que a americana Coca Cola ou a belgo-brasileira Anheuser-Busch InBev, informa o jornal econômico Nikkei.

Segundo a publicação, a divisão da troca de ações será de 0,7 ação da Suntory por uma da Kirin. A família fundadora da Suntory, que controla quase 90% do capital da empresa, deve se tornar a principal acionista do novo grupo, com mais de um terço dos papéis.

A fusão está prevista para abril de 2011, segundo o jornal.

No entanto, um comunicado da Kirin Holdings afirma que nenhuma decisão a respeito foi tomada.

Kirin e Suntory anunciaram em julho o início das negociações para uma possível fusão.

Com um volume de negócios combinado de 41 bilhões de dólares, a Kirin-Suntory será quase três vezes maior que a principal concorrente nipônica, a empresa de cervejas Asahi Breweries.

A nova gigante terá um tamanho equivalente às americanas Pepsico e Kraf Foods e será maior que a Anheuser-Busch InBev e a Coca-Cola.

Kirin e Suntory estão presentes em quase todo o mercado de bebida.

Fonte: Jornal O Pioneiro - Caxias do Sul - RS

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Em algumas praias brasileiras, tem sido cada vez mais frequente encontrar veranistas degustando um espumante ao sol, seja em bares e quiosques ou na areia mesmo, com a garrafa bem acondicionada em um balde de gelo ou uma sacola térmica. Pois a Miolo resolveu institucionalizar esse crescente hábito e passará a vender garrafinhas de 250ml da linha Terranova nas versões brut e moscatel.

Para tanto, a empresa criou inclusive um carrinho climatizado, como os que vendem picolé, que vai circular primeiramente nas principais praias de Florianópolis. Cada unidade será vendida a R$ 10. Mas quem não estiver na ilha também terá a chance de encontrar as garrafinhas. Nas praias gaúchas entre Tramandaí e Torres, 60 quiosques estarão vendendo os espumantes da vinícola de Bento pelo mesmo preço. A empresa acredita que alcançará a marca de 250 mil unidades vendidas entre janeiro e fevereiro.