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Seguindo um alerta, acessamos o blog Publicitários F. C. (http://publicitariosfc.blogspot.com) que destacava uma das mais criativas embalagens de cerveja que o autor já tinha visto.

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Concordamos.

Não localizamos maiores informações sobre a cervejaria.

Quem quiser colaborar… o mundo cervejeiro agradece.

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Villa Francioni | Um brinde a Primavera

Villa Francioni Rosé 2008 | São Joaquim | Santa Catarina

Um rosé que surge do assemblage de oito variedades:
Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Malbec, Syrah, Merlot, Pinot Noir, Petit Verdot e Sangiovese.
Com toques provençais, tem delicada cor rósea, toques de frutas vermelhas e
maduras, junto a notas florais intensas. Ao paladar, estimulante, vívido, único.
Elaborado a patir das uvas de vinhedos de São Joaquim e Bom Retiro.

Compre aqui: Vinho Villa Francioni Rosé 2008 R$ 61,95

Villa Francioni Rosé 2007 | São Joaquim | Santa Catarina

O Rosé foi elaborado a partir de 48% de Cabernet Sauvignon, 46% de Merlot, além de 4% de Pinot Noire e 2% de Malbec, oriundos da fazenda de Bom Retiro.
De cor vermelho brilhante, apresenta aromas de frutas intensos e pouco mais de 13% de álcool.

Compre aqui: Vinho Villa Francioni Rosé 2007 R$ 61,95

Villa Francioni Rosé 2005 | São Joaquim | Santa Catarina - Última Garrafa

O Rosé 2005 foi elaborado a partir de 48% de Cabernet Sauvignon, 46% de Merlot, além de 4% de Pinot Noir e 2% de Malbec, oriundos da fazenda de Bom Retiro.
De cor vermelho brilhante, apresenta aromas de frutas intensos e pouco mais de 13% de álcool.

Compre aqui: Vinho Villa Francioni Rosé 2005 R$ 110,00 (somente 1 unidade disponível)

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A Confraria Cervejasnet (www.confrariacervejasnet.com.br) de Setembro levará aos seus confrades as cervejas:

33 Export uma Pilsen de Jataizinho - Paraná e

Orval uma Ale belga.

Maiores informações em www.confrariacervejasnet.com.br ou sac@confrariacervejasnet.com.br

dom-candido

Os espumantes Dom Cândido receberam Medalhas de Ouro e Prata no Concurso Mundial de Bruxellas - Edição Brasil ocorrido no último final de semana na cidade pernambucana de Petrolina.

Este concurso foi direcionado às bebidas finas elaboradas no Brasil.

Prêmios:

Espumante CV Cândido Valduga Brut (R$ 19,80): Medalha de Ouro

Espumante Dom Cândido Brut (R$ 27,20): Medalha de Prata

Fonte: Info Online

saaz

SÃO PAULO – Primeiro foram os vinhos franceses, agora é a vez da cerveja entrar na lista possíveis vítimas do aquecimento global.

Um estudo liderado pelo climatologista Martin Mozny do Instituto Tcheco de Hidrometeorologia confirma que as colheitas de Saaz, um típico lúpulo de aroma da República Tcheca, usado nas cervejas do tipo Pilsner, está diminuindo a cada ano.

A equipe de Mozny usou dados de quantidade de chuva para medir o impacto das mudanças climáticas nas plantações de Saaz, da República Tcheca entre 1954 e 2006.

O estudo concluiu que a concentração de ácido alpha no lúpulo diminuiu em um ritmo de 0,06% por ano desde 1954 por causa do aumento de temperatura. A qualidade do Saaz depende da quantidade de ácido alpha, que deve ficar em torno de 5%.

Não é apenas a cerveja da República Tcheca que está ameaçada. De acordo com a New Scientist, onde o estudo foi publicado, o lúpulo das de regiões da Eslováquia e Alemanha enfrentam a mesma situação.

Fonte: Safra News

cachaca

O reconhecimento da cachaça como bebida tipicamente brasileira pelos Estados Unidos deve ocorrer no primeiro semestre de 2010. A declaração é do presidente da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva da Cachaça, Vicente Bastos Ribeiro, que conduziu os trabalhos da 19ª reunião ordinária do setor, nesta quinta-feira (10), em Brasília.

Segundo Ribeiro, os Estados Unidos também devem se destacar como o maior importador da cachaça brasileira até final de 2010. “Hoje, o nosso maior comprador é a Alemanha, mas a tendência é que os norte-americanos alcancem a primeira posição”, explicou.

Na reunião, também foi debatida a necessidade de alteração da Instrução Normativa N° 13, que trata dos padrões de identidade e qualidade da cachaça. Entre os temas destacados estão revisões relacionadas ao envelhecimento do produto, à presença de contaminantes na bebida e à consistência da cor dos produtos. O grupo temático responsável por essa área tem até a próxima reunião da Câmara, dia 2 de dezembro, para apresentar documento de consenso entre os membros.

Campanha -   O setor produtivo da cachaça encaminhará à Assessoria de Comunicação Social do Mapa, até o dia 15 de novembro, sugestão de campanha publicitária para o setor.  No documento será apresentada a importância do produto na agricultura brasileira, o período ideal para veiculação, público-alvo e os principais estados que deverão ser contemplados.

A produção nacional da cachaça é de 1,2 bilhão de litros e existem cerca de 30 mil produtores envolvidos no setor.

Fonte: Bon Vivant (Marcos Pivetta)

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Desde 1º de Agosto de 2009 a Itália deu um nó em nossas cabeças quando, por decreto, alterou o nome da cepa Prosecco para Glera e instituiu o termo Prosecco como uma regão demográfica.

Se não bastasse, “promoveu” a região DOC (Denominazione di Origine Controllata)  localizada ao norte de Treviso para DOCG (Denominazione di Origine Controllata e Garantita) no “canetaço”.

Na mesma linha, a região de categoria IGT (Indicazione Geografica Tipica) - menos restrita quanto ao controle de qualidade - subiu um degrau e agora é DOC, além de ter sua área extendida a ponto de incluir áreas a mais de 130Km da zona historicamente associada ao Prosecco.

Com isto, o governo italiano preserva a palavra Prosecco, antes impressa em espumantes elaborados fora das zonas do Vêneto, e busca a valorização de seu produto, anteriomente considerado um espumante de qualidade relativamente modesta e barato.

septima

O vinho Septima Gran Reserva 2006 foi recentemente avaliado pela Wine Advocate (Robert Parker) e obteve 90 pontos de score.

De cor vermelho intenso com reflexos púrpuras e com aromas complexos de violetas, chocolate amargo e um toque de tostado. Na boca um vinho bem equilibrado e elegante.
Afinamento: 12 meses em carvalho francês 50% e 50% em carvalho americano.
Composição do vinho:
55% Malbec
34% Cab. Sauvingon
11% Tannat

Harmoniza com: cordeiro assado, queijos maduros, carnes de caça e molhos fortes
Temperatura de serviço recomendada: 18°C
É recomendável decantá-lo 1 hora antes de servir

Vinho Septima Gran Reserva Tinto 2006 R$ 68,25

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No momento em que comemora 50 anos, a Companhia Müller de Bebidas, líder mundial no segmento de cachaça, lança um novo produto: a Reserva 51. A bebida, envelhecida em barris de carvalho, é dedicada a um público mais seleto e com paladar mais exigente.
Classificada como Cachaça Extra Premium, a produção da Reserva 51 tem tiragem limitada e é feita sob rigoroso controle de processos em todas as etapas: preparo do solo, corte da cana de açúcar, moagem, fermentação, envelhecimento e engarrafamento.

Um dos principais diferenciais da Reserva 51 é que a bebida é integralmente produzida pela própria Müller, garantindo assim que todas as etapas do processo de fabricação sejam rigorosamente controladas para se obter um produto de alta qualidade. “Desde o preparo do solo para a plantação das variedades de cana de açúcar selecionadas até o engarrafamento da cachaça envelhecida, tudo está sob controle”, revela Ricardo Gonçalves, presidente da empresa.

Outra característica marcante da Reserva 51 é o seu envelhecimento em barris de carvalho, onde ocorrem transformações que dão à cachaça aroma e sabor característicos e uma cor dourada, intensa. Após essa etapa, o produto passa por filtrações rigorosas que promovem o polimento e garantem o brilho e a cor dourada. Por ocasião do envasamento, uma segunda filtração é realizada, para garantir que não haja nenhuma impureza no produto engarrafado.

Após envelhecimento e padronização do produto, um descanso de 30 dias, em tanque de aço inoxidável, foi estabelecido para que ocorra uma perfeita harmonização dos componentes presentes na bebida. O processo foi desenvolvido exclusivamente para a Reserva 51, visando agregar o máximo de qualidade ao produto.

Com garrafa desenvolvida e produzida pela empresa francesa Saverglass, a Reserva 51 também tem tampa exclusiva produzida pela Tapi, da Itália, rótulo impresso em papel reciclado com design envelhecido e embalagem exclusiva.

A Companhia de Bebidas das Américas (AmBev) poderá pagar uma indenização de R$ 70 milhões à Femsa pela comercialização da cerveja da marca Puerto del Sol após sua proibição, em dezembro de 2006.
A decisão, em primeira instância, foi da 27ª Vara Cível de São de Paulo e publicada ontem no Diário Oficial. A definição da cobrança deverá ocorrer até o final deste ano, em julgamento no Superior Tribunal de Justiça (STJ), conforme o advogado da Femsa, André Giacchetta. Segundo ele, o valor equivale à multa diária de R$ 500 mil pelo período de mais de quatro meses em que ocorreu a venda indevida da marca Puerto del Sol. Segundo a ação, a AmBev anunciou o lançamento da Puerto del Sol em maio de 2006. Dias após, a Femsa obteve liminar proibindo a comercialização, alegando haver registrado, dois meses antes, o nome Sol, no Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (Inpi). Além disso, argumentou que já trazia a cerveja Sol para o Brasil, antes de adquirir o controle da cervejaria Kaiser, que passou, então, a distribuir o produto. No entanto, em 31 de maio, a AmBev conseguiu um efeito suspensivo no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) liberando a comercialização da Puerto del Sol. A venda ocorreu normalmente até dezembro de 2006, quando o TJ-SP confirmou a proibição. Segundo Giacchetta, mesmo com a proibição, a AmBev manteve a comercialização do produto ao longo do verão de 2007. “Mesmo após a proibição, a AmBev alegou que ainda existiam estoques e produtos colocados no mercado. Temos indícios de que a Puerto del Sol foi comercializada até maio de 2007″, afirmou. De acordo com ele, os lucros e os gastos com publicidade da AmBev destinados a Puerto del Sol, enquanto a marca estava proibida de ser vendida, serão objetos de uma outra indenização, que também corre na 27ª Vara Cível de São Paulo. “Essa ação está em fase de perícia, com a solicitação do exame dos livros contábeis da Ambev para averiguar o valor da indenização”, disse. A expectativa dele é de que a decisão saia no primeiro semestre de 2010. Conforme a decisão, a cerveja Puerto del Sol continha algumas características que poderiam levar o consumidor a confundi-la com a Sol. Entre elas, o modelo premium long neck, a garrafa transparente e o destaque na embalagem apenas para o nome Sol, com uma serigrafia vermelha, semelhante à da marca da Femsa. A AmBev confirmou, por meio da assessoria de imprensa, que retirou o produto do mercado no primeiro semestre de 2007 e informou que vai recorrer da decisão em primeira instância.
Zero
Em contrapartida, a AmBev obteve na 14ª Vara Cível de São Paulo o indeferimento de ação da Coca-Cola, por meio da Femsa, contra a proibição da utilização da palavra “zero” nos refrigerantes Guaraná Antarctica e Sukita. A Coca-Cola ingressou na Justiça alegando que a palavra “zero” seria parte integrante das marcas “Coca-Cola Zero”, “Sprite Zero” e “Kuat Zero”. O juiz Alexandre Bucci julgou improcedente o pedido e condenou a empresa a arcar com as custas e despesas processuais, além de verbas honorárias.