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O Podere San Cristoforo Carandelle é elaborado na Toscana com a variedade italiana Sangiovese.
O mosto sofre fermentação espontânea com leveduras das próprias uvas.
Os aromas mesclam frutas vermelhas, especiarias, tabaco e floral.
É um vinho de estrutura média, equilibrado e de excelente persistência.

Terroir: Maremma Toscana

Degustação:

Análise Visual: intenso e brilhante, vermelho rubi.

Análise Olfativa: frutas vermelhas, especiarias doces, tabaco e das flores, que se entrelaçam em um tecido luxuoso e elegante.

Análise Gustativa: médio corpo, possui excelente presistência e equilíbrio em um estilo absolutamente irresistível, com a dimensão extra de volume que é típica dos vinhos de Maremma. Taninos macios, notas cristalizadas no revestimento.

Fermentação malolática feita em barris de carvalho francês, imediatamente após a fermentação alcoólica.

Envelhecido por 12 meses em barricas de carvalho francês.

Graduação alcoólica: 13,12%

Serviço: Este vinho deve ser apreciado a 17ºC. Para isto, basta deixá-lo na geladeira por 20 minutos antes de servir, mas para que não acabe esquentando na mesa é bom servi-lo num balde com água fria e algumas pedras de gelo.

Harmonização: Este vinho é o excelente companheiro de todos os pratos da cozinha italiana, na forma de massas, risotos de suaves, não muito condimentados. Carandelle vai bem com pratos de massas, como ravioli, lasanha e Cappelletti. Excelente cordeiro grelhado com alecrim e filé com molho de cranberry, mas também atum e salmão defumado fatiado vestida com azeite extra-virgem. Também combina muito bem com frios e queijos finos.

Disponível em nosso site por R$ 87,15

Pague por boleto/depósito e ganhe 5% de desconto (R$ 82,79)

Vinho Podere San Cristoforo

barolo

Este vinho tem grande elegância e intensidade, características resultantes da formação topográfica da região Sul do Piemonte, onde é produzido o Barolo.
Região muito privilegiada, inteiramente protegida por montanhas, criando um microclima muito particular e único no mundo.
Em outras regiões, não se conseguiria produzir um vinho similar.
O vinho Barolo Serralunga tem a essência do estilo do Piemonte.
Vermelho granada, de coloração intensa.
Aroma de cerejas, violetas, mirtilo e amora.
Bastante estruturado, impecável na boca, com taninos macios e elegantes.
Envelhecimento aconteceu em barricas francesas de 250 litros por 36 meses.
O vinho foi engarrafado sem filtração.
Graduação Alcoólica: 14,5%
Temperatura ideal para servir: entre 16° e 17°C.
Este vinho é delicioso com todo o tipo de carne, inclusive de caça como coelho, perdiz, cordeiro, pratos com temperos fortes, assados, queijos semi duros e embutidos em geral.

Já disponível em nosso site por R$ 185,85

Pague por boleto ou depósito e ganhe 5% de desconto (R$ 176,56)

Vinho Giovanni Rosso Barolo Serralunga 2005

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A Super Bock está lançando um kit especial para os gourmets. O kit Super Bock é composto por uma garrafa de Super Bock Original, uma garrafa de Super Bock Abadia Gold, uma garrafa de Abadia Rubi, um copo da Super Bock com capacidade para 300ml de cerveja e um CD com 36 receitas de chefs portugueses extraídas do livro “Receitas Gourmet”.

Ótima sugestão de presente!

Este kit está sendo vendido em nossa loja virtual por R$ 37,00

Acesse aqui: Cerveja Super Bock - Kit Gourmet

Fonte: I On Line - Portugal (http://www.ionline.pt/conteudo/66773-algo-vai-mal-no-reino-da-cerveja-guinness)

Os números são razão para preocupação: só no último ano foram vendidas menos sete milhões de pints - a famosa unidade de medida inglesa que dá pouco mais de meio litro de cerveja - da emblemática cerveja Guinness na Grã-Bretanha, uma quebra que só nos últimos três anos já representou 28,5 milhões de libras (35 milhões de euros).

“A principal razão é a quebra no mercado da cerveja”, diz John Roscoe, do departamento de marketing da Guinness na Grã-Bertanha, citado pelo Independent. “As pessoas vão menos aos pubs e houve um mudança (de consumidores) da cerveja para o vinho e bebidas espirituosas“, adianta.

Segundo a análise do “Independent”, os motivos são variados: de 52500 bares no Reino Unido, 2% (cerca de 1000) fecharam na última metade do ano passado. Por outro lado, o preço da cerveja, apesar de várias campanhas e novos produtos, também aumentou para 2,94 libras (3,60 euros) a cerveja.

Fonte: Uol Notícias

Cristina Almeida
Especial para o UOL Ciência e Saúde

Para os italianos, estar à mesa é um ritual que convida à camaradagem e estimula os sentidos. Mas, na opinião dos especialistas, esses hábitos alimentares são muito mais do que um estilo de vida. Hoje, a dieta mediterrânea é considerada uma proteção contra doenças cardíacas e diabetes, redução de alergias, controle do peso, prevenção do Alzheimer, osteoporose e câncer. A lógica da pirâmide alimentar italiana parte do princípio de que, para ter saúde, não é preciso privar-se do bem-estar. O que significa que vinho, cerveja e embutidos são opções permitidas. Com moderação, é claro.

Para entender a proposta dessa nova pirâmide, antes é necessário conhecer a origem da palavra dieta – dìaita, do grego, significa estilo de vida, ou modo de conduzir a própria vida. Assim, a ideia é adotar um regime alimentar equilibrado. “Embora seja possível comer de tudo, uma coisa deve ser entendida: a dose faz o veneno”, afirma o médico Carlo Cannella, nutrólogo e professor de Ciência da Alimentação da Universidade La Sapienza, de Roma. “A dieta mediterrânea não é restritiva, pois foi idealizada para pessoas saudáveis. Porém, todo alimento, mesmo de qualidade, se utilizado de forma exagerada, só pode causar danos”, pondera o especialista.

Cannella explica que optar por esse tipo de dieta tem relação com a necessidade de uma educação alimentar. “Como no passado havia menor disponibilidade de alimentos, comia-se menos e melhor. A atividade física fazia parte da vida cotidiana, e todo esse quadro permitia que a maioria das pessoas se mantivesse em forma”, observa. Segundo o médico, com a maior oferta de alimentos e a tendência ao sedentarismo, veio o desequilíbrio e, com ele, maior risco de desenvolvimento de patologias como obesidade, doenças metabólicas, cardiovasculares e câncer. “Diante dessa realidade, as pessoas precisam ser estimuladas a perguntar o que é melhor para elas”.

Entendendo as pirâmides

Para orientar uma dieta equilibrada, criou-se um gráfico indicativo de porções e alimentos adequados. As sugestões dispostas na ponta da pirâmide são consumidas em pequenas quantidades; as dispostas na base, em maior quantidade e frequência. O gráfico tradicional, adotado por nutricionistas, sugere grande consumo de cereais, pães, tubérculos e raízes. Num segundo plano, hortaliças e frutas, seguidas pelo leite e seus derivados, carne e ovos. No topo estão os óleos, gorduras e açúcares (veja imagem abaixo).

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Já a dieta mediterrânea evoluiu e, de acordo com a convenção promovida pelo Interuniversity International Center for Mediterranean Food Cultures Studies, em 2009, estabeleceu-se a chamada Pirâmide Mediterrânea Moderna. Ela se sustenta em quatro elementos: atividade física (exercício físico, mesmo que de forma não continuada, por pelo menos 30 minutos/dia), convívio social, aproveitamento de alimentos da estação e produtos frescos, preferencialmente de produção local, além de alto consumo de água.

A dieta possui um conteúdo energético de cerca de 2.000 kcal (recomendadas para quem tem um estilo de vida normal).

As principais refeições contém 1-2 porções de frutas; 2 ou mais porções de verduras; 1-2 porções de pão, massa, arroz ou cereais, de preferência integrais. O cardápio diário prevê 2-3 porções de leites e derivados (magros); 3-4 de óleo de oliva; 1-2 porções de frutas secas (nozes, avelãs, amêndoas etc); sementes e azeitonas; ervas, especiarias, alho e cebola (para reduzir o consumo de sal); vinho ou cerveja (moderadamente).

Há ainda a sugestão do consumo semanal de 1-2 porções de aves, 2 ou mais porções de peixes, moluscos e crustáceos; 2-4 porções de ovos; 2 ou mais porções de legumes. No topo da pirâmide indica-se 2 ou menos porções de doces, carnes e embutidos (veja imagem abaixo).

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Mas atenção! Na hora de ceder aos sabores dos embutidos, Cannela diz que todo o cuidado é pouco, pois eles são ricos em sódio e gordura. O consumo deve ser moderado e as porções se limitam a 3 por semana (50g cada), e equivalem a 3 fatias de presunto e 6-7 de salame tipo milanês. “Os embutidos fornecem proteínas de ótima qualidade, pois são ricos em aminoácidos essenciais, de fácil digestão. Fontes de vitaminas do grupo B, sobretudo B1, niacina e B12, minerais como ferro e zinco, eles são também uma alternativa à carne”, informa o nutrólogo.

Vinho, salame e cerveja

Para acompanhar as refeições, vinho ou cerveja. A porção de referência é de 100ml/dia, num total de 7 por semana, dado o seu alto valor calórico. A nutróloga Luciana Carneiro, membro da Abran (Associação Brasileira de Nutrologia) e da Abeso (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica), esclarece que o vinho é um produto complexo que possui mais de 400 compostos, muitos deles com funções fisiológicas. “Por possuir alta quantidade de flavonoides (antioxidantes), ele evita a formação de placas de gorduras na parte interna dos vasos sanguíneos (ateromas), diminuindo o risco de de doenças cardiovasculares”. “De acordo com a cultura mediterrânea, o consumo deve ocorrer durante as refeições, pois a presença de alimentos ameniza os efeitos tóxicos do álcool no organismo”, observa.

Quanto às propriedades da cerveja, sabe-se que ela possui pequenas quantidades de fósforo, magnésio, vitaminas B2, B6 e niacina, além de ser rica em flavonoides provenientes do malte e do lúpulo (chalconas, flavononas e flavonóis). Carneiro diz que alguns estudos mostraram que o consumo de 330 ml de cerveja, associado à dieta mediterrânea, pode ser benéfico para a redução do LDL (colesterol ruim) e dos triglicerídeos. “Entretanto, ainda não está claro se este benefício pode ser atribuído à cerveja ou à adoção dos hábitos alimentares saudáveis”, completa a especialista.

Tradicional ou mediterrânea?

Na opinião de Paulo Henkin, médico nutrólogo e diretor da Abran,as pirâmides clássica e mediterrânea buscam sintetizar aquilo que a ciência tenta explicar sobre a relação existente entre saúde e alimentação. “Trata-se da estratégia da dieta prudente. Quanto maior o cuidado com a dieta, menor risco de doenças”. Henkin fala que, no final, as duas têm um único objetivo: o equilíbrio. “A dieta mediterrânea nada mais é do que uma dieta equilibrada, composta de vegetais e legumes, carnes e carboidratos, consumidas de forma harmônica”.

Já a nutróloga Carneiro, comenta que a pirâmide tradicional é rica em açúcares, carnes e ovos, cujo consumo é diário. “A atividade física não era vista como fator importante para a boa saúde; além disso, não havia estímulo do consumo de azeite, rico em antioxidantes e ácido graxo monoinsaturado, responsável pelo aumento do colesterol bom”, observa. “E nem das oleaginosas que, por causa dos ácidos graxos mono e polinsaturados, reduzem a chance do aumento do colesterol no sangue”.

Atualmente, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), tem incentivado a divulgação de uma nova pirâmide, que inclui atividade física e sugere baixo consumo de doces, gorduras e sal. Mas apesar dessa iniciativa, o estilo de vida italiano continua sendo uma opção saudável: “A dieta mediterrânea foi idealizada para pessoas que sabem que seu bem-estar depende muito da alimentação”, conclui o médico italiano.

Produto faz sucesso entre solteiros e foi apresentado em reality show


Da redação: Pequenas Empresas Grandes Negócios
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O empresário James Nash inventou uma nova maneira de vender vinho, que garantiu o sucesso de seu negócio fundado recentemente, chamado Wine Innovations. Nash desenvolveu uma simples embalagem em que o vinho é vendido em uma taça descartável lacrada, com uma dose suficiente para apenas uma pessoa. Atualmente o M&S Le Froglet da empresa londrina Mark and Spenser, o vinho é vendido de forma muito semelhante a iogurtes. A embalagem, inclusive, é reciclável. Batizado de The Tulip, cada taça de vinho custa cerca de R$ 5,90.

Para ajudar a capitalizar recursos para lançar o produto no mercado, Nash recorreu a um reality show britânico de inventores, chamado Dragon’s Den, em que uma banca de juízes avalia invenções diversas e pode ceder investimentos para o lançamento de tais invenções em produção em massa. O empresário, entretanto, foi dispensado; sua ideia foi considerada boba. Persistente, o empreendedor continuou e, com apoio de alguns empreendimentos como a própria Mark and Spenser, lançou seu produto no mercado, que tem tido boa recepção do público inglês, principalmente os solteiros e adeptos de piqueniques ou de uma simples taça de vinho durante um almoço. Atualmente, a Wine Innovations, que é sediada em Londres, fornece o suprimento de estoque para o Reino Unido e outros países da Europa, e a empresa diz que o produto estará disponível nos Estados Unidos em breve.

Fonte: Liliana Coelho (www.expresso.pt)

Projeto Wine-is quer promover a venda de vinhos em restaurantes nacionais e internacionais através da tecnologia da Apple

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Os tradicionais menus dos restaurantes têm os seus dias contados. Foi pensando nisso que nasceu o projeto Wine is, que visa promover a venda de vinho em restaurantes através do Ipad da Apple.

“O Wine-Is recria uma carta de vinhos típica num restaurante, apresentando os conteúdos num meio electrônico e tirando partido de todo o potencial gráfico, de imagens e vídeos”, explica em comunicado.

O catálogo oferece sugestões e informação variada sobre os vinhos - desde preço, produtor, região, teor alcoólico, açúcar ou acidez.

O projeto piloto iniciou no Restaurante “O Solar dos Presuntos”, em Lisboa, num período experimental de seis meses. A carta electrônica está disponível em cinco idiomas e em breve estará também presente em outros restaurantes nacionais e internacionais.

Durante os próximos seis meses, os produtores que visitarem o portal wine-is.com para carregarem a lista dos seus vinhos estão isentos do pagamento do serviço.

As tão comentadas holandesas de minivestidos na cor laranja fazem parte da campanha de marketing da cerveja Bavaria

A Polícia sul-africana deteve cerca de 20 mulheres que ontem assistiram Holanda x Dinamarca usando vestidos justos e curtos cor-de-laranja, a cor da seleção holandesa.

O ato poderia parecer antiquado, não fosse o fato de duas mulheres terem sido detidas por terem liderado uma alegada ação publicitária da cerveja Bavaria sem que a FIFA o tivesse autorizado. A publicidade implícita valeu a expulsão das 36 adeptas holandesas, a detenção de duas delas e demissão do ex-jogador e atual comentarista desportivo, Robbie Earle, que teria fornecido os bilhetes ao grupo, sem ter autorização para vender os seus convites.

As duas mulheres já foram libertadas sob fiança. “As duas foram detidas no hotel esta manhã e estamos temtamdo descobrir quais vão ser as acusações oficiais apresentadas contra elas”, disse fonte do Ministério holandês dos Negócios Estrangeiros.

A empresa enfrenta possíveis penalizações pela FIFA, que ainda não são conhecidas.

Esta não é a primeira vez que a empresa de cervejas desrespeita as regras da FIFA. Há quatro anos, no Mundial na Alemanha, um grupo de homens foi obrigado a assistir a um jogo da Holanda de cuecas depois de os seguranças do estádio terem ordenado que eles despissem os calções com o logo da Bavaria.

A ação publicitária deste ano teve inspiração num anúncio televisivo da marca,  logo abaixo, juntamente com dois vídeos amadores do grupo em pleno jogo:


A campanha associada à ação


Segunda informações, a maioria era de mulheres contratadas na própria África do Sul


Nenhuma dúvida quanto ao sucesso da ação

Especialistas dizem que a bebida não está cientificamente testada e que vai encorajar pessoas a dirigirem embriagadas

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Uma bebida “mágica” que reduz o estado de embriagez e promete ressaca zero no dia seguinte. Chama-se Outox e esta a poucos de ser lançada no mercado francês, gerando ceticismo e polêmicas.

Os produtores da bebida enlatada a classificam como revolucionária por ter a capacidade de “acelerar grandemente” a repartição do álcool no sangue. Mas são os mais céticos rebatem “Se alguém inventassem um produto capaz de realmente baixar o nível do álcool no sangue, essa pessoa mereceria um Prêmio Nobel”, disse Alain Rigaud, presidente da campanha anti-alcoolismo do grupo ANPAA, “esta bebida encoraja as pessoas a beber sem cuidar o nível de álcool em seu sangue”.

Patrick Fouilland da F3A - federação de médicos que lutam contra o alcoolismo e o vício - acrescenta: “Vemos este tipo de produto surgirem regularmente e fico sempre cético”.

A Empresa garante que “todos os testes médicos foram levados a cabo e forma coclusivos”.

A bebida originalmente produzida por uma Empresa belga que vendeu a licença para uma Empresa sediada em Luxemburgo, a Outox Internacional, que lhe deu o nome. Outras versões da mesma bebida já são vendidas no Canadá e em outros países. A Outox chega às prateleiras das lojas francesas nesta sexta-feira dia 18 de Junho.

Fonte: Revista Criativa por Marcela Farrás

A fabricação de tecidos por meio da fermentação de levedura é uma opção para reduzir o impacto do uso de petróleo

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Já imaginou dar uma mordidinha na sua jaqueta e – surpreendentemente – sentir um leve gosto de cerveja? Ou se cansar de uma camisa e, ao invés de doá-la, transformá-la em petisco entre os amigos? Há quem pense que essa repórter que vos escreve enlouqueceu, mas a pesquisadora britânica Suzanne Lee criou uma técnica de produção têxtil a partir da fermentação de levedo de cerveja. Estranho? Sim. Impossível? Não na Martins College of Art and Design, onde Lee – que é autora de um livro sobre fontes alternativas no universo da moda – desenvolveu o projeto em parceria com o cientista David Hepworth.

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O processo de fermentação é feito sobre a levedura misturada com chás doces. No décimo dia de fermentação, a fibra formada na superfície da mistura é recolhida, seca e, finalmente, transformada em tecido. Qualquer tipo de tingimento sobre o material é feito com frutas e vegetais. As peças produzidas com estes tecidos são biodegradáveis e – mais! - comestíveis.

Segundo a pesquisadora, as criações não têm valor nutricional considerável, mas são perfeitamente digeridas pelo organismo humano. Benefício para os consumidores e para o planeta, já que o procedimento de confecção não utiliza nenhuma fonte poluidora e gera itens renováveis.