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Fonte: Blog Pack

Coca-Cola em caixinha? Não, é a Eco Coke

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O estudante chinês Andrew Seunghyun Kim criou embalagens inovadoras para a Coca-Cola. Trata-se de uma caixinha estilo Longa Vida, porém 100% confeccionada com fibra de cana de açúcar. O projeto foi batizado de Eco Coke.

caso a empresa aceitasse a sugestão de Kim, cerca de 200 milhões de garrafas plásticas seriam descartadas a cada 5 minutos, somente nos Estados Unidos. A emissão de carbono do transporte das bebidas também seria menor.

E mais: o encaixe perfeito das embalagens acomodaria 27% mais caixinhas do que garrafas em um mesmo container.

Atualmente, são vendidas três milhões de garrafas de Coca ao dia no mundo. Com a Eco Coke, seriam 857.142 garrafas a mais por dia, sem nenhuma emissão extra de carbono.

Lembrando: trata-se apenas de um projeto. Confira mais sobre a ideia de Andrew Kim no blog oficial do estudante.

Fonte: Blog Pack

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O designer americano Tom Hussey sempre apostou em formas inovadoras e, nos últimos anos, tem focado seu trabalho em criações que também se preocupam com o meio ambiente.

É dele a ideia de vender cerveja em caixas. Isso mesmo. Com o nome de Kegless, a chopeira oferece esqueleto em polipropileno, bag de armazenamento em polietileno e estrutura coberta por embalagem cartonada.

Simples em forma e ao mesmo tempo arrojada, a embalagem permite uma redução no custo de fabricação e logística, sem contar o impacto ambiental menor.

A chopeira ainda elimina o uso de gases na pressurização da chopeira, já que a pressão comum sobre a embalagem facilita seu manuseio.

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Fonte: Blog Pack

Uma das campeãs em inovação, a Coors lança embalagem que permite visualizar através de uma janela se as cervejas estão na temperatura ideal de consumo.

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A cerveja Coors Light produzida pela cervejaria Miller Coors, e ainda não disponível no Brasil, apresenta uma embalagem de papel cartão com janela, onde é possível visualizar se a temperatura já é a ideal para o consumo. Pela janela, se as montanhas estão azuis, suas cervejas estão geladas como as montanhas rochosas do parque nacional Rocky Mountain dos Estados Unidos e em ponto de abri-las.

Para celebrar a chegada da nova embalagem, a cerveja Coors Light se juntou ao líder de música digital Rhapsody International para ser a anfitriã do evento Rock´N Cold Window Live, realizado em maio último, em Los Angeles, no famoso teatro Wiltern. A banda de rock popular O.A.R. doou 60% do dinheiro arrecadado no concerto de caridade para a Fundação United Way of Metropolitan Chicago que zela pelo rendimento, saúde e educação das famílias e 40% para o LA Food Bank, uma organização que combate a fome.

A janela na embalagem secundária, que permite às pessoas visualizar as latas ou cervejas em seu interior, foi introduzida em todas as embalagens multipack de 12 ou mais unidades da Coors Light e da Coors Banquet.  “Essa iniciativa se deu pelo simples fato de que o consumidor adora a cerveja Coors Light gelada e nós amamos oferecer isto para eles”, afirma Rick Gomez, vice-presidente de marketing da linha de cervejas Coors. “Nós nos mantemos focados para garantir que a cerveja refrigere rápido para o consumo dos consumidores. Estamos felizes com a parceria com Rhapsody, ºO.A.R., United Way of Metropolitan Chicago e LA Food Bank para celebrar o lançamento da nossa nova embalagem Cold Activation Window com consumidores de todos os lugares”.

Fonte: Revista Criativa

A marca de champanhes Moët & Chandon criou bebidas inspiradas nas quatro amigas de Manhattan. Veja as receitas

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Se as protagonistas de Sex and the City fossem uma bebida, o que elas seriam? Pensando nas características de cada uma das personagens a marca de champanhes Moët & Chandon criou quatro drinks inspirados nas amigas Carrie (Sarah Jessica Parker), Miranda (Cynthia Nixon), Charlotte (Kristin Davis) e Samantha (Kim Cattrall). As novas receitas foram lançadas em comemoração à aguardada continuação do longa baseado na série de TV, que chega aos cinemas brasileiros no dia 28 de maio.

“The Fashionista”, o drink em homenagem a Carrie, tem um toque de romã e é decorado com uma pétala de rosa. “The Player”, a bebida inspirada em Miranda, é uma combinação cítrica com gengibre. Charlotte foi representada pelo “The Socialite”, um coquetel doce com toques de flor de sambuco e açúcar mascavo. Já “The Bombshell” é o drink da ousada Samantha. Ele mistura o amargor da cereja com a doçura da tangerina.

A partir do dia 10 de maio, casas como Kaá, Tivoli e MyNy Bar, em São Paulo, e Londra, Boox e Le Baroque, no Rio de Janeiro, começam a servir as bebidas pelo preço sugerido de R$ 35. Se você não quer esperar até lá, confira abaixo as quatro receitas e faça em casa mesmo. E então, qual vai ser o sua escolha?

The Fashionista (Carrie)
Ingredientes
20 ml de suco de romã
90 ml de Moët Brut Impérial
1 pétala de rosa pink

Preparo
Despeje o suco de romã em uma taça. Complete com Moët Impérial e mexa com uma colher longa. Depois é só colocar a pétala de rosa pink em cima do drink.

The Player (Miranda)
Ingredientes
10 ml de suco fresco de limão
10 ml de licor de gengibre
90 ml de Moët Brut Impérial
1 pequena fatia de casca de limão

Preparo
Despeje o suco de limão e o licor de gengibre em uma taça. Mexa com uma colher longa e, por fim, adicione a fatia da casca de limão.

The Socialite (Charlotte)
Ingredientes
15 ml de licor de flor de sambuco ou xarope de açúcar e gotas de água de rosas
90 ml de Moët Brut Impérial
1 cubo de açúcar

Preparo
Coloque o cubo de açúcar em uma taça. Despeje o licor e complete com Moët Imperial. Em seguida mexa com uma colher longa.

The Bombshell (Samantha)
Ingredientes
15 ml de suco de tangerina
10 ml de licor Maraschino
90 ml de Moët Impérial
Cereja Maraschino

Preparo
Coloque a cereja na taça e adicione o suco de tangerina. Acrescente o licor de Maraschino, complete com o Moët Imperial e misture com uma colher longa.

Fonte: DE-World

Um acordo entre cervejarias dos dois países permitirá que o Brasil produza uma cerveja com o que a Alemanha tem de melhor: os ingredientes e a receita tradicional. Iniciativa deve agradar aos consumidores mais exigentes.

Cervejaria Petrópolis

Cervejaria Petrópolis

Será lançada na segunda quinzena de maio a primeira cerveja feita no Brasil segundo o tradicional preceito de pureza alemão (Reinheitsgebot). Esse decreto, que vigora desde o século 16 na Baviera, e se tornou lei nacional na Alemanha no início do século passado, só permite o uso de lúpulo, malte e água na fabricação da bebida. A nova cerveja é fruto de uma parceria entre as cervejarias Weltenburger, da Alemanha, e Petrópolis, do Brasil.

Mosteiro de Weltenburg

Mosteiro de Weltenburg

A cervejaria brasileira não procurou uma parceira alemã por acaso. “Para nós, brasileiros, a Alemanha é obviamente um país com muita tradição, tem um know-how na produção de cerveja. Por isto, o país é uma referência de qualidade neste segmento”, explicou Douglas Costa, gerente de marketing do Grupo Petrópolis, à Deutsche Welle.

A ideia é investir num segmento que os fabricantes chamam de “super premium”. São cervejas finas, com um preço mais elevado, e que agradam ao paladar. Uma pesquisa de mercado encomendada pelos fabricantes mostra que, nos últimos três anos, esse setor cresceu 20% no Brasil, enquanto o crescimento da indústria de cervejas ficou em 4%.

Atualmente, o público que aprecia esse tipo de cerveja já encontra o que procura nos produtos alemães. Marcas como Erdinger, Franziskaner, Paulaner, Warsteiner e Weihenstephan podem ser encontradas não só em restaurantes típicos e lojas especializadas, mas também em bares e supermercados.

Por tudo isto, Costa explica que a estratégia de marketing do lançamento da nova cerveja será explorar a tradição que as cervejas alemãs agregam. A Weltenburger foi fundada no ano 1050 num mosteiro na Baviera, e a história de quase mil anos que a marca carrega será enfatizada nas campanhas publicitárias para o Brasil.

Produzir no Brasil é melhor que importar?

A cerveja que chegará aos copos brasileiros não terá apenas marca e história, mas também o sabor típico das cervejas alemãs. Leonhard Resch, cervejeiro-mestre da Weltenburger, é quem garante. Segundo ele, o segredo está na receita e nos ingredientes, que serão os mesmos. Além disso, alguns dos cervejeiros-mestres da Petrópolis também estudaram na Alemanha, onde é exigido um curso específico de ensino superior para exercer esta profissão.

Cerveja Weltenburger

Cerveja Weltenburger

Para Resch, a cerveja produzida no Brasil chega ao consumidor com melhor qualidade do que se fosse importada. “A distância é muito grande entre a Alemanha e o Brasil. Se a cerveja fica muito tempo no transporte entre os dois países, não chega tão fresca ao destino”, explicou o cervejeiro-mestre.

Nem mesmo alguns hábitos de consumo que são diferentes nos dos países fazem grande diferença. No Brasil, aprecia-se a cerveja “estupidamente gelada”, em temperaturas abaixo de 0ºC, enquanto na Alemanha ela é bebida apenas fria. As comidas típicas de cada lugar também são uma diferença óbvia, mas que não é determinante. “Tudo isso é uma questão de gosto, não existe melhor ou pior”, assegurou Resch.

Autor: Tadeu Meniconi
Revisão: Augusto Valente

A cerveja israelense GoldStar lançou em 2008 uma série de anúncios publicitários para serem expostos em banheiros masculinos, por seu conteúdo machista. O slogan é: “Thank God you´re a man” (Graças a Deus você é homem)

Vale a brincadeira…

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Neste vinho estão expressos fortes traços de como a dedicação e o amor - à terra e ao vinho - conseguiram extrair o melhor da alma da videira. Daí o nome de ANIMA VITIS

Clovis R. Boscato

Saiba mais sobre este novo vinho…

Vinho tinto seco elaborado com uvas Cabernet Sauvignon, Merlot, Ancellotta, Refosco e Alicante Bouschet cultivadas em vinhedo próprios, nos quais as condições de plantio, como solo adequado, alto grau de insolação, sistema de condução em espaldeira, quantidade limitada de uva por videira, resultam em um excelente vinho.

Foi empregado um alto padrão enológico de elaboração, utilizando leveduras selecionadas, fermentação com controle de temperatura e maceração de 14 dias.

Permaneceu em barricas de carvalho por 13 meses para depois ser engarrafado e armazenado em caves com controle de luz, temperatura e umidade ideais para seu envelhecimento, num período de 28 meses.

É um vinho límpido de cor vermelho-rubi intenso, com reflexos de vermelho-granada.

Seu bouquet é intenso, lembra frutas vermelhas maduras e especiarias.

Caracteriza um vinho encorpado, de grande estrutura, taninos bem presentes, bom equilíbrio e persistente ao paladar.

Harmonização: este vinho bastante complexo é excelente com carnes vermelhas, de caça, de ordeiro, bem condimentadas e assadas; com queijos semi-duros como Pecorino Romano e Grana Padano.

Temperatura ideal de consumo: 20 a 22ºC

Graduação Alcoólica: 13,0% vol.

Para apreciar as qualidades do Anima Vitis por inteiro, sugerimos abrir a garrafa 12 horas antes de servir ou decantá-lo por 2 a 3 horas.

Em breve postaremos o link para compra.

Gostou? quer tentar…

Cerveja Guinness Lata:
http://www.costibebidas.com.br/produto_detalhado.php?referencia=Cerveja-Guinness-Lata&categoria=

Copo Cerveja Guinness: http://www.costibebidas.com.br/produto_detalhado.php?referencia=copo_guinness_500ml&categoria=

Fonte: Rádio Italiana

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O espumante italiano Ferrari entrou para o Guinness World Records pela abertura de 2.778 garrafas no mesmo instante. O fato ocorreu na Arena di Pesaro e edição que traz o feito foi divulgada esta semana.

Na ocasião, para festejar os 25 anos do grupo empresarial Mediolanum, foram abertas 9 mil garrafas do produto. Porém, no certificado do livro dos recordes apenas 2.778 delas foram registradas.

Segundo os inspetores da publicação, as outras 6.222 tampas saltaram algumas frações de segundos antes ou depois. A Ferrari comemorou o recorde e atribuiu a drástica diminuição das garrafas contabilizadas à meticulosidade dos observadores do Guinness que estiveram presentes na ocasião.

Fonte: Vírgula.com.br

Pernilongos preferem sangue de quem bebe cerveja, diz estudo.

pernilongo

Quem diz que os pernilongos preferem o sangue de gordinhos está enganado. Segundo um estudo australiano recente publicado pela PloS One, o banco de dados online da Public Library of Science, pernilongos e demais mosquitos gostam do sangue de quem bebe cerveja.

Para chegar a tal conclusão, os pesquisadores da Austrália reuniram voluntários - homens de 20 a 43 anos - em Burkina Faso, na África, e analisaram a reação dos insetos diante de um grupo que bebeu cerveja e outro que bebeu água.

Os voluntários foram divididos em tendas com um complexo sistema de tubulação para circulação do ar entre as barracas. Ao final da experiência, os cientistas verificaram que o grupo dos bebedores de cerveja atraiu 47% dos mosquitos que foram colocados na tenda, contra 38% dos que beberam apenas água.

“Desconsiderando características individuais de cada voluntário, o consumo de cerveja aumentou consistentemente a atratividade aos mosquitos”, escreveram os autores do estudo.

No entanto, os pesquisadores não souberam dizer o motivo pelo qual os insetos preferem o cheiro de bebedores de cerveja, mas acreditam que não há relação com a mudança da respiração ou com o aumento da temperatura do corpo.

Seja como for, o estudo aponta para um relação entre álcool e aumento de doenças transmitidas por mosquitos e pernilongos. No caso da África Ocidental, região que é fortemente afetada pela malária, os cientistas sugerem que o consumo de cerveja seja mais controlado para reduzir o problema de saúde pública da malária.

Será que esse estudo também ajuda a explicar o problema da dengue no Brasil?